quinta-feira, 3 de junho de 2010

Robert Marcello – Turnê Brasil 2010




A partir do dia 8 de junho, o guitarrista sueco Robert Marcello iniciará uma série de workshops pelo Brasil. O músico demonstrará os principais recursos presentes nas pedaleiras BOSS ME-25 e ME-70.

Marcello é Especialista de Produtos Internacional da BOSS e contribui com o desenvolvimento das pedaleiras e produzindo as músicas de demonstração que acompanham os gravadores da linha BR.
Os interessados precisam trocar o ingresso por 1 quilo de alimento não perecível. Além de assistirem a uma performance exclusiva, os presentes participarão do sorteio de uma ME-25 e de outros brindes da BOSS.
A turnê será realizada nas cidades de Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo.



Datas e locais:


8 de junho - Brasília

Local: Auditório BSB Musical
Endereço: SCRN 712/713, bloco D, lojas 42 e 48
Horário: 19h30
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível
Trocar antecipadamente nas lojas Protec:
Sudoeste - CLSW 304 Bloco C Loja 37 Galeria Unique Center - Tel.: (61) 3964-3020
Asa Norte - SHCGN 712/713 Bl E Loja 35 - Tel.: (61) 3273-0016


9 de junho - Salvador

Local: Teatro Jorge Amado
Endereço: Av. Manoel Dias da Silva, 2177, Pituba
Horário: 19h
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível
Trocar antecipadamente nas lojas Foxtrot:
Cidadela - Av. Antonio Carlos Magalhães, 2671 - Tel.: (71) 3616-7777

Piedade - Rua Direita da Piedade, 55 - Tel.: (71) 3616-7666


10 de junho - Belo Horizonte

Local: Teatro do Instituto Metodista Izabela Hendrix
Endereço: R. da Bahia, 2020, Lourdes
Horário: 19h30
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível
Trocar antecipadamente na loja Guitar Shop:
Rua Pernambuco, 1108, Savassi - Tel.: (31) 3261-4595


11 de junho - Curitiba

Local: Teatro Reikrauss
Endereço: Praça Tiradentes, 106, Centro
Horário: 20h
Ingresso: uma lata de leite NAN
Trocar antecipadamente na loja Drum Shop:
Rua Des. Westphalen, 486 - Centro - Tel.: (41) 3324-8000


12 de junho - São Paulo
Local: Roland Media Center
Endereço: Rua Teodoro Sampaio, 727, Pinheiros
Horário: 17h
Ingresso: trocar 1 kg de alimento não perecível (entregar na data do evento)
Inscrições encerradas. Capacidade máxima atingida.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Guitarra Robor!!!

Les Paul Standard 2010 Limited


Les Paul, Gibson e da guitarra Les Paul tem sido sempre a inovação. Agora, Gibson está trazendo a inovação da tecnologia Robot Guitar tuning para o clássico modelo Les Paul, com o lançamento da Les Paul Standard 2010 Limited. Com um legado como uma das guitarras mais versáteis elétrica disponível, o novo Les Paul bate certo versatilidade fora das cartas, cortesia da Gibson E.U.A..









Com Robot Guitar capacidades de ajuste automático, mas seminal dois captadores magnéticos, uma ponte piezo-carregado, e Chameleon Tone cortesia da tecnologia do seu Master Control Knob (MCK), a Les Paul Standard 2010 Limited pacotes de uma série estonteante de recursos sonoros, todos prontos para desbloquear o seu potencial criativo interior. A partir da trituração, mordendo-prima de um quente, cromo-coberto, hum cancelando-P-90H na posição do pescoço e do lamento sizzling e socos de uma Burstbucker overwound 3 na ponte, a resposta sutil acústico de pontes suas selas piezo - e qualquer combinação possível dos três, acessado instantaneamente a partir do MCK - a Les Paul Standard 2010 Limited realmente pack todas as cores de tons do arco-íris. E para manter tudo isso soa verdadeiro, exclusiva Gibson Robot Technology coloca perfeitamente em sintonia em segundos com o simples toque de um botão, ou muda-lo em qualquer um sem número de afinações abertas e alternativas, todos acessados em seu comando.

Confira o vídeo!!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Caixa, tarola (instrumento musical)

Caixa, tarola, tarol, caixa clara é um tipo de tambor bimembranofone composto por um corpo cilíndrico de pequena seção, com duas peles fixadas e tensionadas através de aros metálicos, uma esteira de metal, constituída por pequenas molas de arame colocada em contato com a pele inferior, que vibrar através da ressonância produzida sempre que a pele superior é percutida, produzindo um som repicado, característico das marchas militares.

De uma maneira geral, e dependendo dos modelos, a esteira pode ser afastada da pele inferior através de uma alavanca, permitindo também a execução de ritmos sem a presença do som repicado.


Confira o Vídeo!!!


terça-feira, 9 de março de 2010

Instrumento de percussão

Os instrumentos de percussão são os mais antigos que existem. Em muitos sítios arqueológicos foram encontradas representações de pessoas dançando em torno de um tambor. Muitos objetos musicais também foram encontrados como toras de árvore fossilizadas, possívelmente usadas como tambores primitivos, e diversas versões de litofones, rochas de diversos tamanhos que eram dispostas sobre um tronco ou buraco no chão, usadas para produzir música melódica por percussão.

O som da percussão

Pela forma de produção de som característica da maior parte desses instrumentos, o som possui um ataque de curta duração. O som vai quase que imediatamente do silêncio à sua intensidade máxima e sofre um decaimento também muito curto.

A maior parte dos instrumentos de percussão possuem som de curta sustentação e param de vibrar muito rapidamente após o estímulo inicial cessar, mas essa não é sua característica fundamental, uma vez que existem instrumentos de percussão que emitem sons de longa duração, como os gongos e sinos.

Classificação

Embora coletivamente chamados de instrumentos de percussão, essa categoria pode ser subdividida por diversos critérios. As formas mais comuns de classificação dividem os instrumentos de percussão por definição do som (se podem produzir notas afinadas ou não), por método de execução (percussão, agitação ou raspagem) ou por elemento produtor de som (idiofones, membranofones e cordas percutidas). Uma vez que nenhuma dessas formas é completa, em geral elas são combinadas. Assim podemos dizer que um xilofone é um idiofone percutido de altura definida e que um Taiko é um membranofone percutido de altura indefinida.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O Contrabaixo e suas Tecnicas

O baixo elétrico, chamado também de contrabaixo elétrico, ou simplesmente baixo é um instrumento de cordas semelhante a uma guitarra eletrica, maior em tamanho e com um som mais grave. A evolução do contrabaixo acústico, é utilizado por diversos gêneros musicais modernos.

O baixo elétrico, tradicional e popular que a maioria das bandas de rock usam, é muito similar a uma guitarra elétrica, mas com o corpo maior, um braço mais longo e uma escala mais extensa. Em geral, os baixos elétricos mais comuns possuem quatro cordas, e estas são afinadas, tradicionalmente, da mesma maneira que os contrabaixos de orquestra, sendo as mesmas notas que as quatro cordas finais de uma guitarra (i.e. Mi, Lá, Ré, e Sol), mas cada uma destas cordas são afinadas uma oitava mais graves, em tom, do que a guitarra.[4][5] A fins de evitar o uso excessivo de linhas suplementares inferior na pauta da partitura, a notação musical do baixo/contrabaixo é feita na clave de baixo (em Fá) e a anotação, em si, das notas musicais deve ser feita em transposição de uma oitava acima, relativamente ao som que o baixo deve emitir. Isto é, o som do baixo quando lendo de uma partitura para baixo, vai soar uma oitava mais grave do que as notas escritas na pauta. similarmente a uma guitarra, para se tocar o baixo elétrico com seu potencial sonoro total, este é conectado a um amplificador específico para contrabaixos; isto é essencial para as apresentações ao vivo, uma vez que o som do baixo elétrico sem amplificação é demasiadamente baixo por via dele ter um corpo sólido.


Partes do baixo elétrico


  1. Cabeça ou headstock
  2. Tarraxa
  3. Pestana
  4. Tensor
  5. Escala
  6. Braço
  7. Marcação
  8. Traste
  9. Pino da correia
  10. Junta do braço com o corpo
  11. Corpo
  12. Cordas
  13. Captadores
  14. Knob
  15. Ponte
  16. Pino da correia

Técnicas


Tapping

O tapping é a técnica no qual as notas são extraídas de um instrumento de cordas de forma parecida ao de um piano, batendo nas cordas com as pontas dos dedos nas notas que se deseja executar. Quando são utilizadas ambas as mãos recebe o nome de two-hands tapping, sendo na guitarra popularizada por Eddie Van Halen.

Slap

O slap é a técnica tem sua criação atribuída a Larry Graham, que se não foi o inventor, seguramente foi quem primeiro a popularizou. Chamado por Graham de "thumb and pluck", consiste em percutir e puxar as cordas usando o polegar e os outros quatro dedos da mão direita (ou esquerda, para canhotos) obtendo uma sonoridade estalada e metálica, sendo uma das mais complexas técnicas de execução no contrabaixo elétrico.

Pizzicato

O pizzicato ("beliscado", em italiano) é a técnica em que se dedilha, com a alternância de dois, três ou quatro dedos, as cordas. Vem sendo utilizada há alguns séculos no jazz e na música erudita, mas de uma maneira diferente: enquanto nas orquestras o pizzicato é apenas um "beliscão" na corda, normalmente feito com um só dedo, e no jazz utiliza-se uma pegada diferente, colocando-se o dedo quase que paralelo a corda e com isso gerando um som mais "encorpado".

Em 1911, Bill Johnson, que tocava contrabaixo (com arco) na Original Creole Jazz Band, teve o arco quebrado. Não tendo outro à mão, Bill tratou de tocar dedilhando as cordas com os dedos da mão direita. O resultado agradou tanto que desde então usa-se muito pouco o arco para tocar esse instrumento no jazz. O método mais comum de execução desta técnica é usando os dedos indicador e médio para atacar as cordas, podendo-se utilizar também o anelar (muito usado em músicas rápidas, como o heavy metal) e o dedo mínimo. Alguns poucos contra-baixistas usam o polegar para cima e para baixo, como uma palheta.

Palheta

Principalmente no hard rock e no punk rock, é comum os baixistas tocarem o baixo com palheta, fazendo com que o som fique mais estalado e agudo, e por vezes mais potente. Normalmente, usa-se uma palheta mais grossa do que na guitarra (de 2 a 3 milímetros).

Fretless

Características

Fretless ("sem traste") é o nome na língua inglesa para o contrabaixo sem os trastes, estes "ferrinhos" que dividem o braço do instrumento em semitons. Contrabaixo sem traste é comum tanto entre os contrabaixos clássicos (que fazem parte da seção dos instrumentos de cordas em uma orquestra), como pode também ser encontrado entre os baixos elétricos (os modelos desta matéria), e também como na versão dos contrabaixos de orquestra que são eletrificados (com sua grande caixa acústica eletrificada com captador).

sábado, 30 de janeiro de 2010

Observação

Galera não deixe de ver os videos eles tem lições envenenadas para voçes. Serão feitas atualizações semanais ok!

BATERIA - Conhecendo o Instrumento

A bateria é um conjunto de tambores (de diversos tamanhos e timbres) e de pratos colocados de forma conveniente com a intenção de serem percurtidos por um único mús

ico, denominado baterista, geralmente, com o auxílio de um par de baquetas, vassourinhas ou b ilros, embora no caso de alguns executantes, possam também ser usadas as próprias mãos.



1 Bumbo | 2 Surdo | 3 Caixa |4 Tom-toms | 5 Chimbau | 6 Pratos



Constituição


Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas;

Pratos

  • Um chimbau (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal;
  • Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride ou swish), apoiado num suporte geralmente em forma de tripé;
  • Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos.

A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.

Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execussão rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Teclado do classico ao popular

O teclado é um instrumento musical eletrônico, temperado, no qual se executam melodias e notas, formando uma harmonia. É composto por um conjunto de teclas adjacentes pretas e brancas, que quando pressionadas produzem os sons.

O número de teclas pretas e brancas nos teclados atuais podem variar de acordo com o fabricante. Por padrão, os teclados arranjadores da Yamaha vem com 61 teclas, (36 brancas e 25 pretas). Já os da marca Casio vem com numeração diferente: 59 teclas (34 brancas e 25 pretas).

Vejamos algumas categorias

Existem diferentes categorias de teclados musicais eletrônicos:

  • Arranjadores

São teclados que possuem vários estilos musicais (pop, jazz, rock, balada, samba, bossa nova, dance, e muitos outros), onde pode-se criar e modificar outros estilos, acompanhados por parte rítmica (bateria), baixo, strings, cordas (violão, guitarra), metais (trompete, trombone, etc.), bem como ainda pode-se sintetizar estes timbres (sons). São mais utilizados por iniciantes ou músicos em perfomance solo (sem banda).

  • Sintetizadores

Possuem recursos de edição de timbres (alteração de freqüências, modulação, efeitos, etc.), com isso criando novos timbres (sons). São muito usados por profissionais em perfomances ao vivo com banda.

  • Workstations

São teclados mais complexos, que envolve síntese de sons e sequenciadores para composição, arranjos de partes musicais ou peças musicais completas. São mais usados em estúdio.

  • Teclados Controladores

São teclados com diferente número de teclas, na maioria das vezes não possuem timbres, que tem a finalidade de controlar outros instrumentos digitais através de MIDI (comunicação entre instrumentos digitais), controla uma bateria eletrônica, computadores, módulos de som, etc.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Saiba sobre o seu instrumento!


A guitarra elétrica ou eléctrica (também chamada apenas de guitarra) é um instrumento musical pertencente à família das guitarras, cujo som é sempre amplificado eletronicamente. É um Instrumento de cordas (ou cordofone), ou seja, o som é produzido manualmente pela vibração das cordas como no violão, porém é transformado em sinal elétrico devido a ação de captadores magnéticos (na maioria dos modelos).

Os sinais elétricos podem ser simplesmente amplificados e emitidos por um alto-falante que converte os sinais elétricos em ondas sonoras, ou pode ser modificado antes de ser novamente convertido em som pelo alto-falante.

Por sua potência sonora e pela possibilidade de alteração eletrônica de diversas características de seu timbre, as guitarras elétricas são utilizadas principalmente no rock, música pop, blues e jazz, podendo ser encontradas ainda em outros gêneros musicais.